domingo, 24 de janeiro de 2016

Dia de viñas

1
O dia começa com a visita à Viña las Niñas, de Mathias Klotz.
Nada mais que um galpão. Mas um belo galpão inserido em uma bela paisagem.
Faltaram "periféricos" como restaurante/café, tienda...





2
Explorando a vizinhança, paramos para café e tienda na Viña Montes.



Lotada de brasileiros para o tour degustação, é uma das maiores estruturas turísticas do vale.

Arquitetura sem grife, dizem que baseada no Feng Shui (argh!), apresenta alguns elementos de interesse como a topografia artificial para abrigar a cava principal, e o café relacionado com a magnífica paisagem exterior do vale do Colchagua.

3
Na mesma estrada está a Viña Neyén, viña mais "pija", cujo único vinho custa 30 mil pesos (150 a garrafa).

Lindo casarão de adobe com varandas e pátio (adega e degustação), e anexo (produção) de concreto com "revestimento" em adobe.



Pausa para respirar, sentir o aroma do vinho e se proteger do sol de 30 graus.

4
Pausa para almoço no restaurante Rayuela, na Viña Viu Manent.
Detalhe para a bolsinha de gelo. Ótimo presente!

5
O passeio é como uma harmonização vertical. Como nos vinhos, o melhor sempre fica para o final.
Bodegas Emiliana, Fundo Los Robles, projeto de José Cruz Ovalle. Sempre ele!












A arquitetura a serviço da paisagem e do conforto ambiental. Excepcional inserção no contexto natural, onde os edifícios criam vias internas de larguras variáveis criando diversas perspectivas do lugar.



Expressividade tectônica. Linda concepção estrutural e fechamentos em concreto, tijolos de adobe e madeira em ripas ou brises.
Sombras. Detalhes. Poesia.
Enfim, viva a arquitetura chilena contemporânea e seus mestres. Ainda vamos organizar a viagem "Vinho e Arquitetura" para podermos degustar tudo isso em boa onda.

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