terça-feira, 12 de abril de 2016

Apartheid


"Its fluid interplay with surrounding landscape as well as its apparently paradoxical suggestions of restriction and free flow, engagement and disengagement mark it as one of the most significant architectural works of the first ten years of democracy."


Sensacional experiência o Museu do Apartheid, tanto pelo próprio edifício quanto pela exposição e informação.

O edifício é de 2005, de autoria do GAPP Architects and Urban Designers, grande escritório local autor de um estádio da copa e outros edifícios coletivos.

Logo na entrada vem o choque. As entradas para "whites" e "non-whites" levam a pontos diferentes da exposição (obviamente culminando logo à frente em um mesmo ponto). Qual acesso tomar?

O percurso começa no exterior com espaços mais contemplativos e duros.


Após a passagem pelos dois acessos diferenciados, caímos em uma proliferação de identidades e cartazes mostrando como era a segregação do Apartheid.
O percurso pelo espaço exterior segue, em uma montagem que leva o visitante à reflexão.

Logo, quando se percebe, estamos sobre a cobertura verde do edifício.



Após a condução à descida, adentramos o recinto propriamente expositivo.

No photos allowed!

Após uma longa exposição que pode durar boas 2 horas... FREEDOM.


O Apartheid terminou, mas a segregação ainda persiste... Sabemos bem disso.
Pausa para reflexão.
Fiquei encantada com os museus de Joanesburgo que conheci. Excelentes arquiteturas, que emocionam pela carga de simbolismo que representam.

Grande surpresa arquitetônica da viagem!

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